domingo, 27 de maio de 2018

PARÓQUIA DE ARANAÚ SE PREPARA PARA CELEBRAR 10 ANOS DE EVANGELIZAÇÃO!


A PARÓQUIA DE ARANAÚ, LOCALIZADA NO MUNÍCIPIO DE ACARAÚI, CONVIDA VOCÊ E SUA FAMÍLIA PARA A FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA 2018, QUE ACONTECERÁ DE 14 A 24 DE JUNHO, TENDO COMO TEMA: “DÍZIMO: CONSCIÊNCIA ECLESIAL”, A ABERTURA DA FESTA ACONTECERÁ NO DIA 14, COM UMA GRANDE CARREATA SAINDO ÀS 17H DA IGREJA MATRIZ DE CRUZ EM DIREÇÃO AO DISTRITO DE ARANAÚ, TODOS OS CONDUTORES DE VEÍCULOS CONCORRERÃO AO PRÊMIO DE R$ 200,00. TODOS OS DIAS HAVERÁ SANTA MISSA E NO DIA 24 DE JUNHO HAVERÁ O BINGO DE UMA MOTO POP 0 KM, O PREÇO DA CARTELA ESTÁ R$ 10,00. PARTICIPE CONOSCO!


















segunda-feira, 21 de maio de 2018


Evangelho (Mc 9,14-29)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 14descendo Jesus do monte com Pedro, Tiago e João e chegando perto dos outros discípulos, viram que estavam rodeados por uma grande multidão. Alguns mestres da Lei estavam discutindo com eles.
15Logo que a multidão viu Jesus, ficou surpresa e correu para saudá-lo. 16Jesus perguntou aos discípulos: “Que discutis com eles?” 17Alguém na multidão respondeu: “Mestre, eu trouxe a ti meu filho que tem um espírito mudo. 18Cada vez que o espírito o ataca, joga-o no chão e ele começa a espumar, range os dentes e fica completamente rijo. Eu pedi aos teus discípulos para expulsarem o espírito, mas eles não conseguiram”.
19Jesus disse: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando terei de suportar-vos? Trazei aqui o menino”. 20E levaram-lhe o menino. Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino, que caiu no chão e começou a rolar e a espumar pela boca.
21Jesus perguntou ao pai: “Desde quando ele está assim?” O pai respondeu: “Desde criança. 22E muitas vezes, o espírito já o lançou no fogo e na água para matá-lo. Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos”.
23Jesus disse: “Se podes!... Tudo é possível para quem tem fé”. 24O pai do menino disse em alta voz: “Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé”. 25Jesus viu que a multidão acorria para junto dele. Então ordenou ao espírito impuro: “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno que saias do menino e nunca mais entres nele”.
26O espírito sacudiu o menino com violência, deu um grito e saiu. O menino ficou como morto, e por isso todos diziam: “Ele morreu!” 27Mas Jesus pegou a mão do menino, levantou-o e o menino ficou de pé.
28Depois que Jesus entrou em casa, os discípulos lhe perguntaram a sós: “Por que nós não conseguimos expulsar o espírito?” 29Jesus respondeu: “Essa espécie de demônios não pode ser expulsa de nenhum modo, a não ser pela oração”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Ungidos e enviados pelo Espírito


A Solenidade de Pentecostes [neste ano a ser comemorada em 20 de maio,domingo próximo] atualiza a certeza de que todos nós cristãos, fomos, no dia de nosso batismo, pela primeira vez, ungidos pelo Espírito Santo, para a missão de sermos “sal da terra” e “luz do mundo” (Mt 5,13.14). Fomos ungidos, consagrados e enviados. Participamos, assim, sacramentalmente da unção espiritual de Jesus Cristo, quando na Sinagoga de Nazaré revelou sua identidade e missão: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou pela unção para evangelizar os pobres” (Lc 4,18). De fato, “Deus ungiu Jesus de Nazaré com Espírito Santo e com poder” (At 10,38), nos atesta Lucas nos Atos dos Apóstolos. A força e o dinamismo do Espírito Santo agem nele, movem-no desde seu interior, dando-lhe, no momento oportuno, a mansidão de coração ou a autoridade e determinação em sua missão, até o fim.
Todos os que vivem a consagração batismal são participantes da unção espiritual de Cristo e feitos, segundo o estado de vida, sujeitos eclesiais e sinais do Reino de Deus no mundo. Numa sociedade na qual cresce a visão materialista da vida e, por isso, marcadamente superficial, guiada pela “cultura do descarte”, como fazem falta os valores espirituais.  Todo cristão é marcado com um selo espiritual para fazer um caminho de configuração a Jesus Cristo. É em razão desta unção que são de Cristo, são ungidos, são cristãos e, como tal, participam também de sua missão.
Acolher o Espírito Santo é permitir que Ele seja o dinamismo interior que conduz nossas ações. Ser um batizado, seguidor de Jesus Cristo, é deixar-se guiar pelo seu Espírito. Permitir que Ele renove constantemente nossa vida e venha em auxílio de nossa fraqueza (cf. Rm 8,26). Que a força da Ressurreição do Crucificado que entrou no mundo continue a fazer novas todas as coisas (cf. Ap 21, 5). No dizer de nosso Papa, “Jesus quer evangelizadores que anunciem a Boa Nova, não só com palavras, mas, sobretudo, com uma vida transfigurada pela presença de Deus” (EG 259). E continua dizendo: “Sei que nenhuma motivação será suficiente, se não arder nos corações o fogo do Espírito” (EG 261).
É pelos seus frutos que reconhecemos quando uma pessoa se deixa guiar pelo Espírito.“O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio”(Gl 5,22-23). Esses são os resultados de uma vida guiada pelo Espírito Santo. Estas pessoas vivem na humildade, não se impõem e não se fazem notar. São um grande presente para a Igreja e a sociedade, em tempos de mediocridade e superficialidade espiritual. “Gosto de ver a santidade no povo paciente de Deus: nos pais que criam os seus filhos com tanto amor, nos homens e mulheres que trabalham a fim de trazer o pão para casa, nos doentes, nas consagradas idosas que continuam a sorrir” (Francisco, Gaudete et Exsultate, n.7). Estes cristãos fazem a diferença, pois irradiam paz interior e espalham “o bom perfume de Cristo” (2Cor 2,15). Sem saber, são um sinal que manifesta a presença de Deus, pela conduta misericordiosa, acolhedora e corajosa na promoção da vida. Não vivem na dispersão, mas na agitação de nosso tempo, sabem que podem retornar constantemente ao centro onde Deus habita, pois somos templos vivos do Espírito Santo (cf.1 Cor 3.16, 17). Nesta fonte interior, unifica-se a existência, integram-se as cruzes, discerne-se o caminho e tomam-se decisões corajosas. O belo é que estas pessoas estabelecem relações com os outros tendo como ponto de partida não interesses pessoais ou ideologias, mas, a partir da comunhão com Deus, estabelecem uma união profunda com toda a humanidade, pois o Espírito cria unidade.
Paulo convida a “deixar-se guiar pelo Espírito” (Gl 5,18). Ele fortalece os ungidos para, como Ele anunciar a Boa Nova àqueles que a aguardam com esperança, como a terra seca e árida.
Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta (RS)
Disponível em: http://noticiascatolicas.com.br/ungidos-e-enviados-pelo-espirito.html

O Espírito Santo de Deus nos conduz a sua maneira


Nós, que somos a Igreja, somos corpo vivo de Cristo pelo Espírito Santo.

No início, Adão era uma estátua de barro, porém Deus soprou sobre ele um Espírito de vida e ele se tornou um ser vivo. Muito tempo depois, o Espírito de Deus veio sobre Maria e n’Ela apareceu uma nova vida, a vida do novo Adão; a vida deu um grande salto de qualidade! Mais tarde, o Espírito de Deus veio ao sepulcro de Cristo, O reanimou e fez Jesus retornar à vida. Mais uma vez, o Espírito veio sobre os apóstolos, em Pentecostes, e encontrou um punhado de homens temerosos, medrosos, inertes como Adão quando era uma estátua de barro e, com Suas línguas de fogo, o Espírito fez aparecer a Igreja, o corpo vivo de Cristo.
Nós, que somos a Igreja, somos corpo vivo de Cristo pelo Espírito Santo. A cada Eucaristia, o Espírito Santo desce sobre o altar e transforma o pão e o vinho em Corpo e Sangue vivo de Cristo. E, um dia, no fim do mundo, o Espírito virá e dará vida aos nossos corpos mortais e nos fará ressurgir para a vida eterna.

O Espírito nos faz ressurgir para uma nova vida

Agora, vou lhes contar sobre a vida nova que o Espírito Santo me deu. Até 1975, eu era um frade capuchinho que ensinava História das Origens Cristãs, na Universidade de Milão, na Itália. Um dia, comecei a escutar pessoas que falavam de uma nova forma de rezar. Uma senhora, de quem eu era diretor espiritual, voltando de um retiro disse-me: “Encontrei pessoas que rezam de um modo estranho: levantam as mãos, batem palmas, são muito alegres e dizem que entre eles, milagres acontecem”. Então eu lhe disse: “Nunca mais irás a essa casa de retiros”.
Esses, dos quais aquela senhora falava, eram carismáticos. Comecei a observá-los e via que, algo daquilo que acontecia entre esses irmãos, era exatamente aquilo que lemos nas primeiras comunidades cristãs. Eu não podia negar que havia algo daqueles primórdios da Igreja, contudo, haviam fenômenos que me perturbavam, como falar em línguas, abraçar-se, profetizar…
Certo dia, (quase forçado) fui a um encontro carismático. Então, fui tomado de uma intensa e novaalegria, que não sabia explicar. Sentia-me sacudido. E, confessando as pessoas, percebia nelas um arrependimento novo, profundo. Eu podia ver e até tocar a graça de Deus, mas continuava como um observador. Em 1977, ganhei uma passagem para ir aos Estados Unidos, para assistir a grande Assembleia Carismática Ecumênica. Dentro de mim, dizia: “Isso vem de Deus, mas não me agrada”. E as 40 mil pessoas presentes ali cantavam: “Jericó deve cair”. Os meus colegas italianos me diziam: “Escuta bem, porque Jericó és tu”. Eles tinham razão, e Jericó caiu.

De Saulo a Paulo

Depois do encontro fomos a uma comunidade carismática em New Jersey, onde aceitei receber a efusão do Espírito Santo, mas ainda com certa resistência. Um dos sinais do Pentecostes é Deus falar através dos humildes. Quando as pessoas rezavam por mim, todas as palavras proféticas pronunciadas falavam de evangelização, de Paulo que com Barnabé inicia suas viagens apostólicas, e um irmão proclamou: “Tu provarás de uma alegria nova em proclamar minha Palavra”.
Um detalhe importante é que, enquanto se reza para que alguém receba a efusão do Espírito, se diz: “Escolhe Jesus como Senhor da tua vida” e, enquanto me diziam estas palavras, levantei os olhos e vi o crucifixo que estava sobre o altar da capela. Era como se Ele me esperasse para me dizer algo muito importante: “Atenção! Raniero, cuidado! Este é o Jesus que tu escolhes como teu Senhor, o Crucificado. Não é um Jesus fácil, sentimental”. Nesse momento, entendi que a RCC não é um fenômeno superficial, mas algo que nos leva diretamente ao coração do Evangelho, à Cruz de Cristo.
Comecei a ler o breviário experimentando algo novo. Vocês sabem que um dos frutos mais evidentes do Espírito é abrir a nossa inteligência para entender as Escrituras. Outro sinal da transformação que o Espírito operara em mim, era o novo desejo de rezar.
Três meses depois voltei à Itália e os meus irmãos diziam: “Que milagre! Mandamos à América Saulo e nos mandaram de volta Paulo”. Pouco tempo depois, enquanto rezava com um grupo de oração em Milão, surpreendi-me fazendo a oração: “Senhor, não permita que eu morra como um professor universitário aposentado!”. E o Senhor levou a sério a minha oração. Algumas semanas depois, rezando na cela de meu convento, tive a moção interior de visualizar Jesus que retornava do batismo no Jordão e começava a pregar o Reino de Deus e, ao passar por mim, Ele dizia: “Se queres me ajudar a proclamar o Reino de Deus, deixa tudo e vem!”.
Compreendi que Ele queria dizer: “Deixa tua cátedra na Universidade, tua direção de Departamento e te tornes um pregador itinerante da Palavra de Deus, no estilo de São Francisco de Assis“. E, ao final daquela oração, o Espírito havia colocado em meu coração um “sim”. Fui ao meu superior geral dizer-lhe que me sentia chamado pelo Senhor. Ele me pediu para esperar um ano. Depois de um ano, ele disse: “Sim, é vontade de Deus, vá”. Assim, tornei-me pregador. Foi o Espírito Santo e a experiência carismática que fizeram deste velho professor universitário um pregador do Evangelho.
Três meses depois, recebi um telefonema de Roma, do meu superior geral que me dizia que o Santo Padre, João Paulo II, havia me escolhido como pregador da Casa Pontifícia. O Papa, com tudo o que tem para fazer, cada sexta-feira de manhã, durante a Quaresma e o Advento, deixa tudo e vem escutar a pregação de um frade capuchinho. Quantos de nós vão escutar pregações como o Papa? Ele não falta nunca. Certa vez, estando em viagem pela América Central, faltou a duas pregações; na sexta-feira seguinte, foi ao meu encontro e pediu desculpas por ter faltado a duas pregações.

Efusão do Espírito

Foi-me dada a oportunidade de fazer ressoar ali, no centro da Igreja, o que o Espírito Santo está fazendo na Igreja. O Senhor escolheu esse pobre frade capuchinho para fazer chegar ao coração da Igreja aquilo que vivemos aqui, esta força, esta esperança, esta certeza de que o Espírito Santo realizou um novo Pentecostes na Igreja.
Um dia, entendi que era hora de falar ao Papa, aos Cardeais, aos Bispos sobre a efusão no Espírito. Entre outras coisas, eu disse: “Alguns dizem que tendo recebido o Espírito Santo na Ordenação, no Batismo, não temos necessidade desta oração pedindo a efusão no Espírito, mas Jesus não poderia responder: ‘Eu também não estava cheio do Espírito desde o nascimento de Maria e, mesmo assim, fui ao Jordão para ser batizado por um leigo que se chamava João Batista’?”.
No final da pregação, eu tinha um certo temor e veio ao meu encontro um Cardeal que me disse: “Hoje, nesta sala, ouvimos falar o Espírito Santo”. O Santo Padre também sabe de minha experiência, pois lhe contei pessoalmente. Mesmo assim, já faz mais de 20 anos e ele não me mandou embora. E aquilo que vocês encontram nos meus livros, quase tudo foi escutado antes, pelo Papa.
Quero lhes contar um último detalhe que nos faz conhecer a grande paciência do Santo Padre e o seu imenso amor pela palavra de Deus. Uma vez por ano devo fazer a pregação, na Basílica de São Pedro, com o Papa que preside a celebração. É, porém, a única vez que não é ele quem prega. Lida a narração da Paixão, é o pregador da Casa Pontifícia quem deve subir ao altar do Papa e pregar. Na primeira vez, os degraus me pareciam mais altos que o monte Evereste. Falando na Basílica, dei-me conta de que deveria falar muito lentamente, porque há uma grande ressonância. Mas, falando lentamente, o tempo passava e ultrapassou em cerca de dez minutos o tempo previsto.
Vocês sabem que, imediatamente após essa pregação, toda sexta-feira da Paixão, o Papa vai ao Coliseu fazer a via-sacra e, o secretário naturalmente estava muito nervoso, e olhava o relógio de vez em quando. No dia seguinte, disse às freiras que, depois daquela função o Papa o chamou e, com muita gentileza, disse: “Quando um homem de Deus fala, nunca devemos olhar o relógio”.

Coragem e ao trabalho!

No dia em que meu superior me permitiu iniciar essa vida nova, no ofício das leituras havia um texto do profeta Ageu: “Coragem, Josué, sumo sacerdote, coragem Zorobabel, coragem todo o povo deste país, e ao trabalho. Coragem porque eu estou convosco, diz o Senhor” (Ag 2,4).
Lida essa passagem, fui à Praça de São Pedro e, olhando para a janela do Papa, comecei a gritar: “Coragem João Paulo II, mesmo se sabemos que és o homem mais corajoso do mundo; coragem Cardeais e Bispos, e ao trabalho, porque eu estou convosco, diz o Senhor”. Isso era fácil, pois não tinha ninguém lá, mas três meses depois eu me encontrava diante do Santo Padre e dos Cardeais e Bispos, e proclamei novamente aquela palavra de Ageu.
Hoje, anuncio estas palavras também a vocês: coragem, povo de Deus e vamos ao trabalho, àevangelização, à renovação da Igreja, porque eu estou convosco, diz o Senhor!
Frei Raniero Cantalamessa
Fonte: comunidadeshalom.org.br
Disponível em: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/espirito-santo/o-espirito-santo-de-deus-nos-conduz-sua-maneira/

Evangelho (Jo 17,20-26)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo: 20“Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra; 21para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.
22Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: 23eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste, como me amaste a mim.24Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo. 25Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes também conheceram que tu me enviaste.
26Eu lhes fiz conhecer o teu nome, e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 16 de maio de 2018


Evangelho (Jo 17,11b-19)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos para o céu e rezou, dizendo: 11b“Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, para que eles sejam um assim como nós somos um. 12Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura.
13Agora, eu vou para junto de ti, e digo estas coisas, estando ainda no mundo, para que eles tenham em si a minha alegria plenamente realizada. 14Eu lhes dei a tua palavra, mas o mundo os rejeitou, porque não são do mundo, como eu não sou do mundo. 15Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. 16Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo.
17Consagra-os na verdade; a tua palavra é verdade. 18Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo. 19Eu me consagro por eles, a fim de que eles também sejam consagrados na verdade”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 15 de maio de 2018


Evangelho (Jo 17,1-11a)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: “Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique a ti, 2e, porque lhe deste poder sobre todo homem, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste.
3Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo. 4Eu te glorifiquei na terra e levei a termo a obra que me deste para fazer. 5E agora, Pai, glorifica-me junto de ti, com a glória que eu tinha junto de ti antes que o mundo existisse.
6Manifestei o teu nome aos homens que tu me deste do meio do mundo. Eram teus, e tu os confiaste a mim, e eles guardaram a tua palavra. 7Agora eles sabem que tudo quanto me deste vem de ti, 8pois dei-lhes as palavras que tu me deste, e eles as acolheram, e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti e acreditaram que tu me enviaste.
9Eu te rogo por eles. Não te rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. 10Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu. E eu sou glorificado neles. 11aJá não estou no mundo, mas eles permanecem no mundo, enquanto eu vou para junto de ti”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Como barro nas mãos do oleiro

                                                                              Crédito: artisteer / by Getty Images

Sagrada Escritura utiliza-se de muitas figuras e expressões para revelar Deus e Seu modo peculiar de agir. Um deles, por exemplo, é a figura do oleiro, citada em Jeremias 18, 1-6. Tais versículos, relatam a manifestação de Deus como um oleiro, moldando, como a argila, àqueles que a Ele pertencem. Essa figura é rica em expressão e em significado, pois desvela Deus em Sua ação e amor. Faz-nos compreender o “singelo jeito” com que Ele nos acompanha e nos faz crescer.Deus sabe, melhor do que nós mesmos, o que realmente precisamos e que nos fará felizes. Ele nos convida ao abandono total em Seus cuidados, os quais sempre nos proporcionam o melhor, mesmo quando não compreendemos.Por isso, para caminhar no território da fé, a confiança é mais necessária do que a compreensão.Confiança “filial” de alguém que se descobre como filho amado e cuidado e, sendo assim, crê que Deus está sempre agindo e realizando o melhor.Deus enxerga muito além das nossas capacidadesDeus vê além, Ele contempla as surpresas que, ao futuro, pertencem. E, na Sua providência, cuida de nós, moldando-nos como um Oleiro, ora retirando de nosso caminho o que nos será prejudicial, ora acrescentado aquilo que nos falta.Não podemos ter a pretensão de querer condicionar a ação de Deus à nossa limitada maneira de enxergar e compreender as coisas; antes, precisamos confiar naquilo que Ele faz.O Senhor sabe retirar nossos excessos na hora certa, sabe o que nos fará crescer (e, crescer, às vezes dói). É preciso que saibamos perder sem apegos, para que Deus nos despoje do que não é essencial.Só quem aceita (sabe) perder poderá ganharNão existe arte sem amor; quadro sem pintor; vaso sem oleiro. A obra mais bela é aquela tecida pelas mãos do artista, do oleiro que tem em Seu coração os belos sonhos e esses retirarão um rude barro de sua “não-existência”. O barro não pode moldar a si mesmo, para vir a ser algo ele precisa se confiar aos sonhos e à sensibilidade do oleiro. As mãos desse, comportam a medida certa entre firmeza e delicadeza, para trabalhar essa substância e transformá-la em uma linda obra de arte.Não existe parto sem dor; maturidade sem perdas; felicidade sem se ater ao essencial. É necessário confiar n’Aquele que nos molda, mesmo quando a firmeza de Suas mãos parecer pesar fortemente sobre nós. Confiemo-nos ao amor e à criatividade do Oleiro Divino, que nos ama e sempre realiza em nós o melhor.A felicidade faz morada em nosso coração conforme nos assumimos como aquilo que somos: “Barro, apenas barro, nas mãos do Oleiro!”

Por: Padre Adriano ZandonáDisponível em: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/como-barro-nas-maos-do-oleiro/

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Evangelho (Jo 15,9-17)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
9Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor.
11E eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.
16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.