quarta-feira, 30 de novembro de 2016


Evangelho (Mt 4,18-22)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. 19Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 20Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram.21Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Jesus os chamou. 22Eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Advento: tempo do homem, tempo de Deus


   “Tudo tem seu tempo e sua hora e cada ocupação e obrigação tem seu tempo debaixo do céu” (Ecle 3,1). Estamos no tempo do Advento, tempo cronológico e teológico de preparação para o Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. O tempo, como a água, não tem cabelo para que se possa agarrá-lo e pará-lo. Por isto, às vezes, tem-se a impressão de que o tempo não passa, ou passa mais rapidamente do que queremos. Cada cultura tem o seu modo e a sua forma de contar o tempo. Há na cultura grega dois termos para se contar o tempo: o cronos e o kairós. Com a contagem cronológica marca-se a sucessão das horas, dos dias, das semanas, dos meses e do ano. Este é o tempo quantificado. Esta contagem do espaço e do compasso do tempo, breve ou longo, é chamado de tempo do homem. Este tempo é comumente representado por o que falta para a morte, já que dela não se pode fugir. Com a contagem kairológica marca-se o tempo de Deus: a sua entrada, “invasão” e intervenção na nossa vida e na nossa história. Este tempo não pode ser medido, pois, não tem hora, nem semana, nem mês e nem ano para acontecer. É tempo qualificado e contemplativo, da graça, da oportunidade, da providência, da misericórdia, da esperança e da santidade. Este tempo é livre do peso, da carga, do cansaço, do estresse e da rotina do relógio, do calendário e da agenda.
    Estes dois modos de medir o tempo, aqui no Cerrado, coincide com o período das mudanças climáticas: a chegada da estação das chuvas; das primeiras e das trocas das águas; das ninhadas, revoadas e cantatas dos pássaros e das aves, do acasalamento dos animais; das semeaduras, das variedades da tonalidade do verde e das floragens. É que o tempo do Avento é o tempo da fecundação e da gravidez de Maria, da Igreja e de cada um de nós. Gosto muito do tempo do Advento exatamente por causa disto. Combina com o meu biótipo, corporal e espiritual: me adequo, me alimento e me rejuvenesço com este tempo: gosto de esperar, de me preparar e de expectativa, sou vigilante e creio nas promessas de Deus. Certa feita, uma moça me procurou, desesperada, porque o tempo passou e ela ainda não tinha encontrado a pessoa certa com quem se casar. Eu tentei acalmá-la e animá-la, dizendo-lhe que ainda não tinha chegado o tempo de Deus. Depois de um curto período de tempo, a encontrei novamente, agora casada com um homem de Deus. Foi o que Jesus disse à Maria: “a minha hora ainda não chegou” (Jo 2,4). E, por seus discípulos, nos diz: “o tempo chegou, se completou e o Reino de Deus está próximo: convertam-se e creiam no Evangelho” (Mc 1,15). E ainda: “venham a mim todos vocês que estão cansados e curvados pelo peso do fardo e eu lhes aliviarei e lhes darei descanso” (Mt 11,28). Portanto, busquemos a Deus, enquanto Ele pode ser buscado e encontrado (Is 55,6-7); enquanto está disposto a nos perdoar; enquanto se encontra à porta de casa, de abraços abertos, para nos acolher como a filhos pródigos. Jesus continua chorando, às portas de Jerusalém, para que percebamos que a hora e o tempo da paz chegou (Lc 19,41). Ele continua batendo às nossas portas, se convidando para entrar em nossa casa e em nossa intimidade e fazer refeição conosco (Ap 3,20).
    Ninguém, por melhor que seja, está livre, dispensado, proibido e condenado a viver a cotidianidade no tempo e no espaço. Devemos nos ocupar e não nos preocupar com a comida, a bebida e o casamento (Mt 24,38). A pergunta mais inteligente, segundo Victor Frankl, não é: “o que eu ainda devo esperar da vida?” Mas é: “o que a vida pode ainda esperar de mim?” O tempo de Deus pede que o vivamos com leveza, suavidade, gratuidade e sem o exagerado peso dos compromissos agendados, na busca incansável de autenticidade, crescimento e amadurecimento na fé, na vocação e na missão. O teólogo Anselmo Grün, acertadamente diz: “a maior oportunidade é a vida mesma, pela qual passamos quando tão somente planejamos e pensamos, em vez de vivermos”. O papa Francisco, na Evangeli Gaudium, faz uma bela e oportuna aplicação de uns princípios filosóficos para a nossa vida e o nosso tempo, cronológico e kairológico: “o tempo é superior ao espaço” (EG 222-225) = o tempo não cabe nos nossos espaços, pois, é maior. “A unidade prevalece sobre os conflitos” (EG 226-230) = é preferível a unidade, mesmo se perdemos a batalha, do que apostar nos conflitos. “A realidade é mais importante do que a ideia” (EG 231-233) = é perigoso viver somente no mundo das idéias, sem os pés na realidade. E “o todo é superior à parte” (EG 234-237) = quem tem o mais tem o menos, quem tem o menos não tem o mais. Um santo e abençoado Advento, cronológico e kairológico, para todos e todas!
Por Dom Pedro Brito Guimarães – Arcebispo de Palmas (TO)
Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/advento-tempo-do-homem-tempo-de-deus.html


Evangelho (Lc 10,21-24)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
21Naquele momento Jesus exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 22Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai; ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. 23Jesus voltou-se para os discípulos e disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que veem o que vós vedes! 24Pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que estais vendo, e não puderam ver; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e não puderam ouvir”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Eis que vem o rei da glória!


Iniciamos o Advento, mais do que a gestante espera o nascimento de seu bebê. A vinda à luz de nova criança é corriqueira, mas é especial para a família que a acolhe. No entanto, o nascimento entre nós do Menino-Deus é diferente e fato inusitado na história da humanidade. Trata-se do Salvador.
A história humana, considerada na visão puramente horizontal ou social, é uma sucessão de atividades sem sentido, assumindo-se o humano por ele mesmo e finalizando em seus limites. No entanto, o ser humano não se contenta em ser confinado nos próprios limites. Tem sede de infinito. Só o material, e percebido pelos sentidos, não sacia tal sede. Aliás, o Criador inocula na consciência de cada ser humano, com uso normal da razão, a vontade de se encontrar com Ele. Tal encontro é o coroamento da realização plena do humano. Como sozinho o ser humano não é capaz de ir ao encontro do divino, Deus vem a seu encontro de forma humana, na pessoa do Emanuel. Por isso, recebê-lo torna possível nosso abraço ao Criador.
Esse tempo de preparação para o abraço de Deus-humanizado à humanidade não é conhecido por todos. Quem tem o dom da fé cristã é encarregado de mostrar aos outros que é possível ter esperança na humanidade feliz. Na abertura de si ao transcendente, que vem à nossa história, cada um de nós pode viver na certeza de sua real possibilidade de vida de sentido e realizadora. O esperado das nações vem ensinar-nos a fazer deste planeta uma terra com superação dos males. Para isso, é preciso seguir o exemplo da criança que vem e nos ensina a sermos também crianças na sinceridade, na abertura à aceitação do outro, na colaboração para darmos de nós para a promoção da vida digna de todos, na corresponsabilidade em tirarmos as causas das desavenças, dos mecanismos de morte, da droga, do desrespeito aos mais frágeis…
A preparação para a aceitação daquele que está para chegar no Natal, deixa-nos vigilantes e faz-nos limpar a consciência de toda maldade e egoísmo. Leva-nos a sermos mais compreensivos, solidários, dialogais e compassivos. A oração pessoal, em família e comunidade, dá-nos força espiritual para aceitarmos a transformação de nosso coração e de nossas atitudes, trazida pelo Deus-conosco. Para isso, a novena do Natal é um subsídio rico e facilitador. Preparamo-nos com nossa penitência para juntarmos nossa generosa oferta a darmos em nossa comunidade, no 3.o fim de semana do Advento, para colaborarmos com a evangelização.
Vem, Senhor Jesus!
Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros (MG)
Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/esta-para-chegar.html


Evangelho (Mt 8,5-11)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Carfanaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando:6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”. 7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!, e ele vai; e a outro: ‘Vem!, e ele vem; e digo a meu escravo: ‘Faze isto!, e ele o faz”. 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016



Evangelho (Lc 21,29-33)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 29Jesus contou-lhes uma parábola: “Olhai a figueira e todas as árvores. 30Quando vedes que elas estão dando brotos, logo sabeis que o verão está perto. 31Vós também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto. 32Em verdade, eu vos digo: tudo isso vai acontecer antes que passe esta geração. 33O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O que é o Advento e como podemos vivê-lo?


   O Advento é o tempo de preparação para celebrar o Natal e começa quatro domingos antes desta festa. Além disso, marca o início do novo Ano Litúrgico católico e em 2016 começará no domingo, 27 de novembro.
   Advento vem do latim “ad-venio”, que quer dizer “vir, chegar”. Começa com o domingo mais próximo da festa de Santo André (30 de novembro) e dura quatro semanas.
   O Advento está dividido em duas partes: as primeiras duas semanas servem para meditar sobre a vinda do Senhor quando ocorrer o fim do mundo; enquanto as duas seguintes servem para refletir concretamente sobre o nascimento de Jesus e sua irrupção na história do homem no Natal.
   Nos templos e casas são colocadas as coras do Advento e se acende uma vela a cada domingo. Do mesmo modo, os paramentos do sacerdote e as toalhas do altar são roxos, como símbolo de preparação e penitência. A exceção é o terceiro domingo, o Domingo Gaudete (da alegria), no qual pode se usar a cor rósea.
   A fim de fazer sensível esta dupla preparação de espera, durante o Advento, a Liturgia suprime alguns elementos festivos. Na Missa, não é proclamado o hino do Glória.
   O objetivo desses simbolismos é expressar de maneira tangível que, enquanto dura a peregrinação do homem, falta-lhe algo para seu gozo completo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, a Igreja terá chegado à sua festa completa, representada pela Solenidade do Natal.
   Muitos católicos sabem do Advento, mas talvez as preocupações no trabalho, as provas na escola, os ensaios com o coral ou teatro de Natal, a arrumação do presépio e a compra dos presentes fazem com que se esqueçam do verdadeiro sentido deste tempo. Por isso, é preciso recordar que a principal preparação neste período deve ser interior, na espera da vinda de Jesus.
   No tempo do Advento, faz-se um apelo aos cristãos, a fim de que vivam de maneira mais profunda algumas práticas específicas, como: a vigilância na fé, na oração, na busca de reconhecer o Cristo que vem nos acontecimentos e nos irmãos; a conversão, procurando consertar os próprios caminhos e andar nos caminhos do Senhor, para seguir Jesus em direção Reino do Pai; o testemunho da alegria que Jesus traz, através de uma caridade paciente e carinhosa para com os outros; a pobreza interior, de um coração disponível para Deus, como Maria, José, João Batista, Zacarias, Isabel; a alegria, na feliz expectativa do Cristo que vem e na invencível certeza de que Ele não falhará.
Por ACI Digital
Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/o-que-e-o-advento-e-como-podemos-vive-lo.html

Evangelho (Lc 21,20-28)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 20“Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, ficai sabendo que a sua destruição está próxima. 21Então, os que estiverem na Judeia, devem fugir para as montanhas; os que estiverem no meio da cidade, devem afastar-se; os que estiverem no campo, não entrem na cidade. 22Pois esses dias são de vingança, para que se cumpra tudo o que dizem as Escrituras.
23Infelizes das mulheres grávidas e daquelas que estiverem amamentando naqueles dias, pois haverá uma grande calamidade na terra e ira contra este povo. 24Serão mortos pela espada e levados presos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos infiéis, até que o tempo dos pagãos se complete. 25Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, com pavor do barulho do mar e das ondas.26Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as forças do céu serão abaladas. 27Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória.28Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Reinar


Ao invés de exercer domínio, impondo cargas pesadas e impostos para o povo, o reinado de Cristo é o de aliviar todo ser humano de suas amarguras, situações danosas, infortúnios e limites. Quem se deixa governar por Ele renuncia a tantas opções limitadas e se liberta do aprisionamento dos instintos para atingir um ideal de vida realizadora. É como um tesouro a ser adquirido na dinâmica da ascese ou exercitação, a exemplo de quem se prepara com exercícios próprios para uma competição esportiva. Sem exercitação não se corre ou joga bem.
Para deixar Deus reinar na própria vida, a pessoa deve aproximar-se dele e facilitar sua entrada em sua existência para desenvolver as próprias capacidades a serviço de inclusão do semelhante na vida digna. Sabe cooperar com causas de promoção do bem comum, da defesa do meio ambiente e da família, com meios de sustentabilidade material, psicológica e espiritual.
O reinado divino não se dá com a imposição de força, pois, ele é libertador. Por isso mesmo, não é impositivo. É modelar, do jeito humano, pois, Deus se tornou humano conosco e nos ensina a formar um reinado humanizado, cheio de justiça, solidariedade, mútua cooperação e promotor da paz.
Na perspectiva humana do reinado divino, há que se implantar: a atitude de serviço de cada um dentro da vocação de amar e servir (Jesus mostra que veio servir); a atitude de dar de si para a inclusão social (Jesus foi o maior exemplo de inclusão social dos mais fragilizados); atitude de misericórdia (Jesus mostrou como Deus é misericordioso, por exemplo, nas parábolas do filho pródigo, do bom samaritano, da ovelha perdida); atitude de perdão (Jesus deu o exemplo de não condenação à pecadora pública); a atitude de dar-se totalmente e sacrificar-se pelo bem de todos (Jesus deu a própria vida e, do alto da cruz, pediu o perdão ao Pai para seus algozes)…
Se governos e povos da terra fizessem políticas dentro da perspectiva do reinado de Deus, superaríamos as guerras, os assassinatos, o acúmulo de riquezas em mãos de elites privilegiadas e pobreza extrema do outro lado, miséria, fome, massacre da família, exclusões sociais, discriminações…
É possível criar-se nova mentalidade na caminhada terrestre se realmente os cristãos e todas as pessoas de boa consciência e vontade se unirem, em verdadeira missão, para a prática do altruísmo e do verdadeiro amor. Onde reina Deus o amor vence!
Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros (MG)
Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/reinar.html

Evangelho (Lc 21,12-19)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Antes que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. 13Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé. 14Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; 15porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. 16Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós. 17Todos vos odiarão por causa do meu nome.18Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. 19É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 22 de novembro de 2016


Evangelho (Lc 21,5-11)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 5algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas. Jesus disse: 6“Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”. 7Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?” 8Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ E ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente!9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”. 10E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.