quinta-feira, 30 de junho de 2016

3° Arraiá Luz Divina está imperdível e você não pode deixar de conferir.

     
 Vem aí o Arraiá mais ungido da Região!!!  
    O Grupo de Oração Luz Divina tem o imenso prazer de convidar você e sua família para prestigiarem uma noite linda, cheia da graça de Deus. O 3° Arraiá Luz Divina acontecerá no dia 15 de Julho, ás 20:00hs na Escola Manoel João de Araújo em Aranaú. Teremos apresentações artísticas, desfile, apresentação da Quadrilha Lume da Fogueira, Barraquinha com comidas típicas e muita diversão pra você e sua família. Uma festa recheada de atrações pra quem gosta de curtir uma festa junina. Venha e participe!

Expulsemos o pecado de nossas vidas.


Precisamos deixar o pecado sair de nós, para que tenhamos vida, para que ela siga adiante e não se encontre paralisada

    “Jesus disse ao paralítico: ‘Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!’” (Mateus 9, 2).
    O Evangelho não nos diz por que esse homem ficou paralítico, mas o fato é que ele estava paralisado em cima de uma cama, estava sem ânimo, sem força, deprimido, sem nenhuma capacidade de reação para se levantar.
   As palavras de Jesus são medicinais, a dose necessária para que esse homem saia do estado de prostração em que se encontra. A primeira delas é a coragem, que significa fortaleça, força divina e ânimo que vem de Deus. Não é simplesmente aquela coragem em que a pessoa se sente forte para brigar, para ir à luta e para os embates. É uma coragem que vem da alma, do coração, que nos ajuda a vencer, sobretudo, o medo e o mal que paralisam nossa vida.
    Não é simplesmente uma interjeição: “Coragem!”, mas uma ordem, um dom e uma graça recebida de Deus: “Senhor, eu preciso, todos os dias, tomar posse da coragem divina, para não me prostrar, para não me entregar ao medo, para não me paralisar no que faço e no que vivo!”.
    “Os teus pecados estão perdoados!” Não há nada que embarace, paralise e complique mais a nossa vida do que a força do mal e do pecado. Quando deixamos o pecado correr solto, quando não o expulsamos nem renegamos, não combatemos o pecado em nós, ele vai agindo em nosso ser, em nossa alma, em nosso coração e físico.
   Precisamos buscar o perdão dos nossos pecados e junto dele [perdão] o arrependimento, porque, uma vez que nos arrependemos, precisamos deixar o pecado sair de nós, para que tenhamos vida, para que esta siga adiante e não se encontre paralisada como, muitas vezes, a encontramos.
Que a força divina nos levante, dê-nos ânimo, para que tenhamos a firme decisão de dizer “não” ao pecado!
Deus abençoe você!

Por:  Padre Roger Luís

Fonte:http://homilia.cancaonova.com/homilia/expulsemos-o-pecado-de-nossas-vidas/


Evangelho (Mt 9,1-8)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!”
3Então alguns mestres da Lei pensaram: “Esse homem está blasfemando!” 4Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: “Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5O que é mais fácil, dizer: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te e anda’?
6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — “Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. 7O paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

São Pedro e São Paulo Apóstolos - principais líderes da Igreja Cristã


Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos.

   Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
    Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
   Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
   Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.
   Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério.
Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.
   São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

Evangelho (Mt 8,28-34)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 28quando Jesus chegou à outra margem do lago, na região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois homens possuídos pelo demônio, saindo dos túmulos. Eram tão violentos, que ninguém podia passar por aquele caminho. 29Eles então gritaram: “Que tens a ver conosco, Filho de Deus? Tu vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?”.
30Ora, a certa distância deles, estava pastando uma grande manada de porcos. 31Os demônios suplicavam-lhe: “Se nos expulsas, manda-nos para a manada de porcos”.
32Jesus disse: “Ide”. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E logo toda a manada atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas. 33Os homens que guardavam os porcos fugiram e, indo até a cidade, contaram tudo, inclusive o caso dos possuídos pelo demônio. 34Então a cidade toda saiu ao encontro de Jesus. Quando o viram, pediram-lhe que se retirasse da região deles.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 28 de junho de 2016

SEGUIR JESUS


   O Evangelho do XIII Domingo (Lc 9, 51-62) diz que Jesus tomou resolutamente o caminho para Jerusalém. Este caminho, ou esta viagem, é modelar. Simboliza a resposta de Jesus ao plano do Pai. Ele não vacila. Vai ao encontro do Pai, segue rumo a Jerusalém, onde se consumará a sua missão. Quem quiser ser discípulo de Jesus, deve pôr-se a caminho com Ele. Ser discípulo de Cristo não consiste em conhecer a sua doutrina! É segui-Lo, é aderir inteiramente a Ele. É fazer o mesmo caminho que Cristo percorreu.
   Enquanto percorria o caminho Jesus encontra três candidatos a discípulo, que representam os inumeráveis candidatos, que desejarão segui-lo ao longo dos séculos e Jesus opõe-lhes as condições do Seu seguimento. “Seguir-Te-ei para onde quer que fores” (Lc 9, 57), diz o primeiro; e o Senhor respondeu-lhe: “As raposas têm tocas e a aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lc 9, 58). Aquele que deseja seguir a Cristo, não pode ter pretensões de segurança ou vantagens terrenas.
    Ao segundo, Jesus dirige-lhe um convite decisivo, como que uma ordem: “Segue-Me” (Lc 9, 59) e a este, tal como ao terceiro, que pede um adiamento por questões familiares, Jesus não hesita em declarar que é preciso segui-Lo sem adiar a Sua chamada. Há casos em que um adiamento, ou mesmo o pensar demasiadamente no assunto, poderiam comprometer tudo. “Quem põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus” (Lc 9, 62). O Cardeal Roncalli, falando aos padres, dizia: “Deixamos a nossa terra e a nossa família, sem perder o amor à terra e à família, mas elevando este amor a um significado mais alto e mais vasto… Ai de nós, se continuamos a pensar numa casa cômoda…, num teor de vida que nos procure glória, honras ou satisfações mundanas!”.
   Jesus durante toda a sua vida caminhou para o Pai, teve no Pai sua única meta, pelo Pai e o seu Reino, fez loucuras. Por isso, já no capítulo nove do seu evangelho, São Lucas no-lo apresenta subindo para Jerusalém, para sua partida para o Pai: “Quando chegou o tempo de Jesus ser levado para o céu, então tomou a firme decisão de partir para Jerusalém”. Ao pé da letra, São Lucas diz: ele voltou decididamente o rosto para Jerusalém… Este é o caminho de Cristo: ir subindo até a Cidade Santa, e de Jerusalém, para o Pai, atravessando o mistério da paixão, da cruz e da morte, para chegar à ressurreição. Ele vai à frente, no caminho, o seu caminho, e nos desafia a segui-Lo. Quem quiser ser seu discípulo, deve segui-Lo neste caminho! Basta recordar o domingo passado: deixar tudo… renunciar-se… tomar a cruz de cada dia… e segui-Lo. Hoje, no caminho, ele nos previne: “As raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. E exige que coloquemos tudo abaixo dele, até pai e mãe… É assim que Jesus quer seus discípulos: totalmente comprometidos com ele, absolutamente! E afirma claramente: “Quem põe a mão no arado e olha para trás, não está pronto para o Reino de Deus”.
    Santo Atanásio diz: “Olhar para trás significa ter pesares e voltar a experimentar o gosto das coisas do mundo”. É a tibieza, que se introduz no coração dos que não têm os olhos postos no Senhor; é não ter o coração transbordante de Deus e das coisas nobres da vocação. Nós queremos ter olhos para olhar unicamente para Cristo e para todas as coisas nobres n’Ele. Por isso podemos dizer com o Salmista: “O Senhor é a porção da minha herança. Ensinar-me-ás o caminho da vida, cheio de alegrias em tua presença e delícias à tua direita, perpetuamente” (Sl 15, 11). O caminho da vida é a nossa vocação, que temos de olhar com amor e agradecimento.
   Jesus é tão claro! Ele exige tanto de nós porque somente ele nos pode dar tudo: o sentido da vida, o amor de Deus, a paz verdadeira e perene e a vitória sobre a morte. Ele nos revela e nos dá um Deus que é todo amor, todo carinho, todo perdão, todo piedade, um Deus que é o rochedo de nossa existência. Mas, também, um Deus exigentíssimo! Não se pode ser cristão pela metade! São Paulo, na segunda leitura deste domingo (Gl 5,1.13-18), exprime muito bem esta realidade: Cristo nos libertou para a liberdade de uma vida nova, vida na graça de Deus, vida impulsionada pelo Espírito do Ressuscitado. É esta a liberdade do discípulo de Jesus; uma liberdade diversa do conceito de liberdade que o mundo apregoa. O cristão é livre não porque faz o que quer; é livre porque quer somente a vontade de Deus manifestada em Cristo Jesus: “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou!”(Gl 5,1) E, aí, o Apóstolo nos previne: “Não façais dessa liberdade um pretexto para servirdes à carne”(Gl 5,13). “Carne” é tudo quanto pertence ao homem velho, tudo quanto manifesta o velho egoísmo de uma vida centrada em si mesmo e não em Deus, que se dá no Cristo Jesus! “Carne” é tudo aquilo que é lógica deste mundo e não lógica do Evangelho! Pode ser a lógica da ganância, da sensualidade e da imoralidade, da religião interesseira à procura de milagres, curas e benefícios materiais… tudo isso é carne: a descrença, a impiedade, a vulgaridade e o comodismo no modo de viver.

Por Cardeal Orani João Tempesta – Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/seguir-jesus.html

Evangelho (Mt 8,23-27)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 23Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. 24E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
25Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!” 26Jesus respondeu: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria. 27Os homens ficaram admirados e diziam: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Jogue fora tudo aquilo que atrapalha o seu caminho.


    Não é tão simples termos a certeza sobre o que deve ficar e o que deve ser jogado fora de nossas vidas, pois os sentimentos costumam nos trair quanto à sua relevância e real necessidade. Se não formos fortes o suficiente para tomarmos a decisão de ir em frente, de seguir adiante, deixando para trás o que nos emperra os passos, todos os dias, por mais que a vida diga não, pouco avançaremos. Mas é preciso jogar fora.
    Jogue fora todas as palavras de desânimo e negatividade que ouvir enquanto caminha em direção ao que almeja. Não dê ouvidos àqueles discursos de que você não vai conseguir, porque isso não o fará feliz e será muito difícil. Acreditar em si mesmo requer que se ignorem conselhos pessimistas de pessoas que pararam no tempo e no espaço e desconhecem o que é lutar. Continue a caminhar.
   Jogue fora a falsa imagem que possui de si mesmo, aquela que você insiste em manter a respeito de seu real valor e de todo potencial que existe dentro de si. Por que, afinal, você não seria capaz de conseguir, se tantos o conseguem? Nem ouse pensar que é menos do que alguém, em nenhum sentido; cada um de nós possui uma força própria e uma luz, capazes de clarear os passos em direção à realização dos sonhos. Continue a tentar.
   Jogue fora as mágoas que guarda inutilmente e que nada mais fazem do que subtrair energia positiva e diminuir a cadência da vibração de seu viver. Muitas vezes, carregamos ressentimentos relacionados a pessoas que nem fazem mais parte do que estamos vivendo, que nem mais se lembram de nossa existência. Se elas seguem sem nós, sigamos nós também sem elas, pois, se elas podem, nós também podemos. Continue a esquecer.
   Jogue fora esse medo de ser feliz. Muitos de nós não nos permitirmos a felicidade, como se ela não nos pertencesse, como se não merecêssemos sentir alegria. Assim, sempre que tudo corre bem, ficamos em estado de alerta, ressabiados, como se, a qualquer momento, aquilo tudo se desmoronará. Pare de correr da felicidade, deixe-a alcançar a sua vida, pois você merece, sim, sentir-se feliz e realizado, é isso que vale a pena. Continue a sorrir.
   É preciso acordar, todos os dias, com o propósito de alcançar o que se quer, com a intenção de rir e sorrir com sinceridade, junto às pessoas que tornam a vida especial e única. Desviar-se dos caminhos tortuosos, distanciar-se das pessoas conflitivas, não ser morada de coisa ruim, saber que a alegria é um direito seu, tudo isso é o que deverá ser guardado como preciosidades, junto ao coração. O resto é descartável e deve ser largado pelo caminho, enquanto a gente continua, sem hesitar, sempre em frente.

Por Psiconlinews via Aleteia

Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/jogue-fora-tudo-aquilo-que-atrapalha-o-seu-caminho.html

Evangelho (Mt 8,18-22)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 18vendo uma multidão ao seu redor, Jesus mandou passar para a outra margem do lago. 19Então um mestre da Lei aproximou-se e disse: “Mestre, eu te seguirei aonde quer que tu vás”.
20Jesus lhe respondeu: “As raposas têm suas tocas e as aves dos céus têm seus ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. 21Um outro dos discípulos disse a Jesus: “Senhor, permite-me que primeiro eu vá sepultar meu pai”. 22Mas Jesus lhe respondeu: “Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 25 de junho de 2016

Luz Divina participa do Congresso Diocesano da RCC em Sobral


   A RCC de toda a nossa Diocese está reunida este final de semana ( 25 e 26 de Junho), em Sobral participando do Congresso diocesano 2016, que tem como tema, " Sede misericordiosos como vosso pai é misericordioso." (Luc6,36)
   Foram enviados membros da coordenação do nosso Grupo de Oração para participarem deste momento de formação e espiritualidade em que estarão presentes grandes nomes do cenário carismático estadual., assim como a presença de Nosso Bispo Diocesano Dom Vasconcelos.
   Estamos em oração por este congresso, pedindo que o Espírito Santo derrame o seu fogo abrasador para iluminar e abençoar a todos que participam deste momento. 




quinta-feira, 23 de junho de 2016

Papa: “Não tenham medo de tocar o pobre e o excluído”


   A catequese do Papa nesta quarta-feira (22/06) foi centrada no texto evangélico de Lucas que narra o milagre da cura do leproso. Cerca de 20 mil pessoas encheram a Praça São Pedro para a audiência semanal, quando Francisco se encontra de perto com fiéis, peregrinos, turistas e romanos. Antes de tomar posição, o Pontífice deu a habitual volta pela praça com o Papamóvel, cumprimentando e sorrindo para todos.
    A lepra, naquela época, era considerada uma maldição, uma impuridade; e portanto, o leproso tinha que ficar afastado, longe do templo, de Deus e dos homens. Na narração de Lucas, o leproso não aceita estas leis, as desrespeita e entra na cidade, procurando Jesus.
“Ao ver Jesus, ele caiu com o rosto em terra e suplicou-lhe: “Senhor, se queres, tens o poder de purificar­-me”. Descrevendo o episódio, Francisco explicou que com este gesto, o homem reconhece o poder de Jesus. E a sua fé dizia que Jesus podia curá-lo. Esta súplica mostra que com Jesus, são suficientes poucas palavras, mas acompanhadas pela confiança em sua onipotência e bondade. “Entregar-nos à vontade de Deus significa confiar em sua infinita misericórdia”.
    Pai-Nosso
  O Papa, improvisando, revelou aos presentes que antes de dormir, reza 5 Pais-nossos, pensando nas chagas de Jesus, e pede que o purifique.
Quando o leproso pede a purificação, Jesus faz algo inconcebível: estende a mão e toca o leproso. O Papa fez então uma comparação conosco, nos dias de hoje:
“Quantas vezes encontramos um pobre e, mesmo sendo generosos e sentindo compaixão, não o tocamos. Oferecemos uma moeda, mas evitamos tocar sua mão. Esquecemos que aquele é o corpo de Cristo! Jesus nos ensina a não ter medo de tocar o pobre e o excluído, porque Ele está neles. Tocar o pobre pode nos purificar da hipocrisia e nos preocupar por sua exclusão”.
Improvisando novamente, Francisco apresentou alguns jovens que subiram com ele à tribuna de onde profere a catequese:
   Refugiados
  “Muitos pensam que seria melhor que eles tivessem permanecido em suas terras… mas ali eles estavam sofrendo. São os nossos refugiados, mas muitos os consideram excluídos. Por favor, eles são nossos irmãos!”
Enfim, depois de curar o leproso, Jesus recomendou que não o contasse para ninguém: “Mostra-te ao sacerdote e apresenta por tua purificação a oferenda prescrita por Moi­sés. Isso lhes servirá de testemunho”. Para o Pontífice, esta ordem demonstra três coisas.
   A primeira é que a graça do Senhor não quer sensacionalismo; age com discrição e sem clamor. A segunda é que ao apresentar oficialmente a sua cura e celebrar um sacrifício, o leproso foi readmitido na comunidade e na vida social.    A sua reintegração completa a cura. E enfim, apresentando-se aos sacerdotes, o leproso dá testemunho do poder e da compaixão de Jesus. A fé do homem se abre à missão. “Ele era um excluído e se tornou um de nós”.
   O Papa concluiu convidando os fiéis a acreditarem:
“Mas pensemos em nós, nas nossas misérias… com sinceridade. Quantas vezes as cobrimos com a hipocrisia das ‘boas maneiras’. É precisamente então que é preciso estar a sós, ajoelharmo-nos diante de Deus e rezar: ‘Senhor, se quiseres, podes purificar-me!’”.

Por Rádio Vaticano

Fonte:http://noticiascatolicas.com.br/papa-nao-tenham-medo-de-tocar-o-pobre-e-o-excluido.html

Evangelho (Mt 7,21-29)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 22Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres? 23Então eu lhes direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal.
24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!” 28Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

CULTIVAR O AMOR NA FAMÍLIA.


    A família, como todas as realidades humanas, existe em estado de construção. Elemento fundamental nesta construção cotidiana, segundo nosso Papa Francisco, é “um progressivo amadurecimento da sua capacidade de amar.” (AL 325). Desejo fazer ressoar algumas características do amor familiar, apresentado no recente documento do Papa “sobre o amor na família”. O capítulo quarto da referida Exortação Apostólica (AL 89-119) traduz para a realidade familiar, na sua concretude, o “hino à caridade”, de São Paulo (cf. 1 Cor 13,4-7).
   O amor familiar é paciente. Os relacionamentos familiares não podem ser impulsivos e levados à agressividade. Sem cultivarmos a paciência, conscientemente escolhida, sempre acharemos desculpas para responder com ira e “a família tornar-se-á um campo de batalha” (AL 92).
   O amor é benfazejo, deseja o bem do outro, do cônjuge, dos filhos, dos pais. Não é apenas um sentimento passivo, mas tem o sentido de “fazer o bem”. Assim, continua o hino, a inveja é contrária ao amor. A felicidade de um membro da família traz alegria a todos. Sempre o amor cria espaço para a realização do outro. Daí que, também, não condiz com a arrogância e o orgulho. Quem ama não deseja ser o centro, fala pouco de si. É triste quando, no seio familiar, existem atitudes arrogantes de alguém, que por falta de humildade, despreza ou quer dominar os outros. A lógica da competição e do domínio, que tanto mal faz à sociedade, não pode se reproduzir na família. Ouçamos o que diz São Paulo: “Revesti-vos de humildade no relacionamento mútuo.” (1 Pd 5,5).
   A amabilidade faz a família ser um lar, um lugar prazeroso de viver. Ela se expressa de muitas maneiras: no olhar, nos gestos, no silêncio e nas palavras. A amabilidade procura não ferir o outro membro da família. Aprendendo a calar e ouvir, mais do que falar, nos torna tolerantes e respeitosos diante das diferenças. “A pessoa que ama é capaz de dizer palavras de incentivo, que reconfortam, fortalecem, consolam, estimulam. […] Não são palavras que humilham, angustiam, irritam e desprezam.” (AL 100). Este é o amor, que “não procura o próprio interesse” (v.5), supera a justiça e transborda gratuitamente “sem esperar coisa alguma em troca” (Lc 6,35).
   Talvez, um dos maiores desafios dos relacionamentos familiares é a capacidade de perdoar. O amor “não leva em conta o mal sofrido” (v.5). A indignação é saudável, pois impulsiona a lutar contra a injustiça, mas alimentar agressividade interior torna-se fonte de doenças e isolamento. Por isso, diz o Papa, “nunca permitais que o dia em família termine sem fazer as pazes.” (AL 104). O remédio é o perdão, que procura compreender a fraqueza alheia, sabendo que para tal é necessário uma boa dose de sacrifício. Assim, o amor “tudo desculpa” (v. 7). Ao reconhecer a própria imperfeição, consegue-se compreender as fraquezas dos outros. Assim, sabe guardar silêncio perante os limites e mostra, em sua fala, preferencialmente as virtudes ao invés das fraquezas do outro.
Ainda, o amor é fonte de confiança nos seio familiar, pois “tudo crê” (v.7). Deixa livre e não quer possuir e dominar. Esta atitude torna possível a sinceridade e transparência, tão importantes, por exemplo, na educação dos filhos.
   O amor “tudo suporta” (v.7). Não se trata de resignação, mas manter-se firme em meio a situações não favoráveis. Manter os valores. Nunca desistir. Cremos que a força do amor pode vencer qualquer mal que ameaça a família.
Enfim, o amor “tudo espera” (v.7). A esperança sempre se mantém viva. É sempre possível crescer e melhorar. O amor é, então, a base da convivência familiar, a ser cultivado todos os dias.
Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

Fonte: http://noticiascatolicas.com.br/cultivar-o-amor-na-familia.html

Evangelho (Mt 7,15-20)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15“Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 21 de junho de 2016

O peso de nossos julgamentos.


  É mais fácil apontar os erros alheios do que conhecer as próprias fragilidades. Nas pedras da condenação está o peso de nossos próprios pecados. Na sociedade que exige a perfeição do outro, os próprios pecados são mascarados pelas trevas de uma vida autenticamente perfeita.
Conhecer as próprias fragilidades exige humildade. Contudo, a prepotência da acusação, muitas vezes, fala mais forte diante dos erros alheios. Fácil é apontar o dedo para os erros do outro, difícil é corrigir em nós as nossas próprias fragilidades. Fácil é condenar, difícil é ser réu diante dos próprios pecados.
Entre o que Jesus ensinou e o que vivemos ainda há um longo caminho a ser percorrido. Muitos são os fariseus que se tornam juízes dos seus semelhantes. Se a regra do jogo é julgar, porque não começarmos por nós mesmos e nossas fragilidades? No campo do pecado ninguém é vencedor. Gregos e troianos, cristãos e ateus, tem um mesmo ponto em comum: as fragilidades e pecados de quem é marcado pelas imperfeições.
Ninguém nunca expõe seus pecados anônimos em público, porque tornar conhecidos os próprios erros é assinar uma carta da própria fragilidade humana. E ser frágil, em uma sociedade que exige pessoas perfeitas, pode ser prejudicial para uma aparência construída sob a máscara da perfeição.
Somente quem conhece suas próprias limitações poderá olhar com misericórdia para quem também ainda não é perfeito.
Por Padre Flávio Sobreiro
Fonte: http://noticiascatolicas.com.br/o-peso-de-nossos-julgamentos.html

Evangelho (Mt 7,6.12-14)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 6“Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos; para que eles não as pisem com o pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem. 12Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas. 13Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! 14Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram”!

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Dom Vasconcelos participa da Festa de São João Batista em Aranaú.

   Dom Vasconcelos (Bispo da Diocese de Sobral), participou na noite deste Domingo ( 19/06/16), da Festa de São João Batista em Aranaú onde presidiu a Santa Missa. Em sua homilia destacou o apelo do Santo Padre o Papa Francisco, que devemos ser uma igreja em constante saída, sendo misericordiosos como o pai. Após a Santa Missa aconteceu um momento de louvor com a Comunidade católica Rainha da paz. os Festejos do Padroeiro continuam até o Dia 24 de Junho e você é convidado a participar!




Evangelho (Mt 7,1-5)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Não julgueis, e não sereis julgados. 2Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, com a mesma medida com que medirdes. 3Por que observas o cisco no olho do teu irmão, e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho? 4Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? 5Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 18 de junho de 2016

Evangelho (Mt 6,24-34)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“Ninguém pode servir a dois senhores: pois, ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro.
25Por isso eu vos digo: não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com o vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal a vida não vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? 26Olhai os pássaros dos céus: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em armazéns. No entanto, vosso Pai que está nos céus os alimenta. Vós não valeis mais do que os pássaros?
27Quem de vós pode prolongar a duração da própria vida, só pelo fato de se preocupar com isso? 28E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29Porém, eu vos digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará ele muito mais por vós, gente de pouca fé?
31Portanto, não vos preocupeis, dizendo: Que vamos comer? Que vamos beber? Como vamos nos vestir? 32Os pagãos é que procuram essas coisas. Vosso Pai, que está nos céus, sabe que precisais de tudo isso. 33Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações! Para cada dia, bastam seus próprios problemas”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Evangelho (Mt 6,19-23)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 19“Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.
22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Evangelho (Mt 6,7-15)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus.
11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Abertura dos Festejos de São João Batista 2016

   Aconteceu na noite desta Terça-Feira(Dia 14 de Junho), a abertura dos Festejos do Padroeiro de Aranaú. A festa deu início com uma linda carreata que percorreu às principais ruas da sede do Distrito até a chegada que foi na Igreja Matriz. Uma multidão lotou a Praça da Igreja em sinal de fé e devoção ao Nosso Santo Padroeiro São João Batista. Durante todos os dias haverá Santa Missa, além do mais acontecerão apresentações artísticas e culturais em algumas noites. Até o Dia 24/06 você e sua família poderão prestigiar a Festa que nesse ano tem como tema:" Com São João Batista sairemos em missão levando a misericórdia do pai." Contamos com a sua participação!







Evangelho (Mt 6,1-6.16-18)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.
2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.
5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade, vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.
16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade, vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Deus nos fez livres!


Há pouco tempo estive em visita a uma família e na conversar o pai disse: “O meu filho chegou da universidade dizendo que Deus não existe. Perguntei: Por quê? Ele me respondeu: Deus é uma invenção para controlar a nossa liberdade, não deixando a gente fazer o que quer”.
Diante desta resposta o pai tentou explicar as suas razões, sem muito êxito. Fiquei pensando depois sobre a experiência deste jovem que apenas iniciou os estudos na universidade e de repente muda conceitos de vida, valores humanos e espirituais, simplesmente por alguns “iluminados” teóricos, ratões de bibliotecas, e colecionadores de ideologias, achando-se donos da verdade e da consciência dos outros.
Tenho a impressão que a onda de ateísmo entre jovens universitários está na falsa compreensão de liberdade e até mesmo na tentativa de ser diferentes com o propósito de mudar o mundo destruindo valores, sem uma proposta concreta de vida que valha a pena viver.
Nós somos feitos livres e para a liberdade que Deus nos fez. “Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus” (1 Pe. 2, 16).
Deus nos fez livres para fazer o que queremos, e para ser quem queremos, e também para fazer as escolhas que queremos, porém essa liberdade não me dá o direito de dar asas a todos os desejos e sentimentos por mais legítimos que sejam. Deus não controla ninguém. Ele ama simplesmente, sem medida e para sempre.
“De todas as faculdades que Deus nos deu, a que mais nos assemelha a Ele é a liberdade; nenhuma outra criatura no mundo a tem. Podemos até dizer a Deus, como os anjos maus: ‘não vos servirei!’” (Jer 2, 20).
E Deus respeita. Esses anjos maus foram criados bons e belos, mas, usando mal da liberdade quiseram ser como Deus, não se aceitaram como belas criaturas apenas. É o orgulho! O pior pecado. O pecado é o abuso da liberdade, dizia Santo Agostinho.
“Deus não nos deu liberdade para fazer o mal, mas só o bem” (Prof. Dr. Felipe Aquino).
Deus não tira a liberdade, ao contrário: faz-nos livres e nos liberta das escravidões puramente humanas. Deus quer que sejamos capazes de amar e ser amados de forma livre. O que falta hoje para muitos jovens é fazer a experiência do amor de Deus, através do amor humano.
Em muitos casos os jovens nunca foram amados como deveriam. Não somos teleguiados ou marionetes nas mãos do Criador. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gal 5,1). “Vós fostes chamados à liberdade irmãos. Entretanto que a liberdade não sirva de pretexto para a carne, mas, pela caridade, colocai-vos a serviço uns dos outros” (Gal 5,13).
“E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos livrará. Em verdade, em verdade vos digo: todo homem que se entrega ao pecado é seu escravo. Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres.” (João 8, 31ss). Portanto cabe à nossa liberdade de seres humanos, as escolhas e suas consequências. Jamais seremos livres negando a existência de quem me fez à Sua imagem e semelhança. Negar a existência de Deus é negar a existência do ser humano em sua plenitude e harmonia. Deus nos fez livres, inclusive para aceitar ou não o Seu amor. Isso é vida, isso é ser humano completo. Deus te ama e quer que você tenha e viva a verdadeira liberdade. Boa semana!

Por Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá (PR)

fonte:http://noticiascatolicas.com.br/deus-nos-fez-livres.html

Evangelho (Mt 5,43-48)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43“Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44Eu, porém, vos digo: ‘Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!’ 45Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre os justos e injustos.
46Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.