Neste ano de 2018, movidos pela inspiração da RCC do
Brasil, o Grupo de Oração Luz Divina escolheu o tema: “EIS QUE ESTOU À
PORTA E BATO" (Ap 3,20a) , onde também abordará a campanha da Fraternidade
que fala sobre a superação da violência.
O
Documento de Aparecida, nos diz: “A
Igreja necessita de uma forte comoção que a impeça de se instalar na
comodidade, no estancamento e na indiferença, à margem do sofrimento dos pobres
do Continente. Necessitamos que cada comunidade cristã se transforme num
poderoso centro de irradiação da vida em Cristo. Esperamos um novo Pentecostes
que nos livre do cansaço, da desilusão, da acomodação ao ambiente; esperamos
uma vinda do Espírito que renove nossa alegria e nossa esperança. Por isso, é
imperioso assegurar calorosos espaços de oração comunitária que alimentem o
fogo de um ardor incontido e tornem possível um atrativo testemunho de unidade
“para que o mundo creia” (Jo 17,21).
Desejamos ainda que Jesus entre em nossos corações e
preencha com o seu amor. O sacerdote Antônio Xavier Batista, fez uma análise do
que significa a violência e ainda refletiu a temática a partir do livro de
Jonas. “Escolhi esse texto porque nele é possível encontrar vários elementos
que ilustram os vários tipos de violência vividos pelo povo”, comentou o padre
Antônio Xavier. Antônio também complementou sua fala dizendo que entende-se por
violência qualquer ação contra a vida ou a sociedade que possa causá-las
prejuízo ou destruí-las por completo. A Escritura conhece duas formas de
violência: uma injusta (fruto da injustiça dos homens) e outra “justa”
utilizada por uma causa justa ou por fim nobre como é o caso da legítima
defesa.
Que o diálogo sobre esta temática seja difundida em
nossa comunidade e que reflitamos sobre nossas ações diárias, pois quando
permitimos que o Senhor entre em nossa vida, não damos espaço para a violência.
Que o Espírito Santo esteja conosco nesta árdua missão.
